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A História das Coisas
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
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Fabio Perin
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00:22
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Vinhos artesanais: sancionado projeto que regulamenta a produção.
terça-feira, 25 de março de 2014
Postado por
Fabio Perin
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07:30
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O projeto que regulamenta a produção de vinhos artesanais foi sancionado nesta quinta-feira, 20, pela presidente Dilma Rousseff, conforme publicação no Diário Oficial da União. O texto sancionado é um substitutivo de autoria do deputado federal Alceu Moreira (RS).
“Além de contemplar milhares de produtores, que vão agregar valor ao seu produto, podemos ampliar em 30 milhões o número de consumidores de vinhos no país”, relatou Alceu Moreira, que completou: "a produção cresceu e evolui muito nos últimos anos, mas necessitava de uma legislação adequada, para dar segurança jurídica”.
Entenda o texto:
O texto de Alceu Moreira, que reescreveu o projeto original, aborda a limitação da produção em 20 mil litros por ano e estipula que no mínimo 70% da uva utilizada seja colhida naquela propriedade.
O relatório também prevê o que o comércio seja realizado dentro das propriedades e em feiras, cooperativas e associações de produtores. Os registros e a fiscalização ficam a cargo dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura, desde que respeitada a proporcionalidade de tamanho e produção destas pequenas propriedades de agricultura familiar.
Inicialmente o projeto havia sido apresentado pelos deputados Pepe Vargas e Onyx Lorenzoni. No Senado, contou também com a relatoria da senadora Ana Amélia Lemos.
“Além de contemplar milhares de produtores, que vão agregar valor ao seu produto, podemos ampliar em 30 milhões o número de consumidores de vinhos no país”, relatou Alceu Moreira, que completou: "a produção cresceu e evolui muito nos últimos anos, mas necessitava de uma legislação adequada, para dar segurança jurídica”.
Entenda o texto:
O texto de Alceu Moreira, que reescreveu o projeto original, aborda a limitação da produção em 20 mil litros por ano e estipula que no mínimo 70% da uva utilizada seja colhida naquela propriedade.
O relatório também prevê o que o comércio seja realizado dentro das propriedades e em feiras, cooperativas e associações de produtores. Os registros e a fiscalização ficam a cargo dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura, desde que respeitada a proporcionalidade de tamanho e produção destas pequenas propriedades de agricultura familiar.
Inicialmente o projeto havia sido apresentado pelos deputados Pepe Vargas e Onyx Lorenzoni. No Senado, contou também com a relatoria da senadora Ana Amélia Lemos.
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As 45 lições de vida de Regina Brett
sábado, 14 de julho de 2012
Postado por
Fabio Perin
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13:53
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Para saber mais sobre ela, acesse o seu site oficial (em Inglês).
AS 45 LIÇÕES DE VIDA DE REGINA BRETT
1. A vida não é justa, mas ainda assim é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É normal deixar seus filhos lhe vendo chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, agradável ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chique. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras “Em cinco anos, isto importará?”
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.
Fonte: Via E-mail e conferido no Viva mais verde!
Vinhos Nacionais (4)
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:30
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Regularização dos vinhos deve se estender para demais bebidas
O relatório do projeto que regulariza a produção de vinhos coloniais deve se estender para as demais bebidas, como cervejas e cachaças. A possibilidade foi acertada entre o relator, deputado Alceu Moreira e o ministro Mendes Ribeiro Filho...
10/07/2012
Ainda ficou confirmado que um grupo formado por membros dos ministérios da Agricultura, Fazenda, Desenvolvimento Agrário, Casa Civil e Embrapa, deve se reunir em Brasília/DF nos dias 6, 7 e 8 de agosto para afinar as modificações no texto. O grupo será coordenado pelo Mapa e pelo deputado.
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Onde foi parar o tempo que ganhamos?
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:00
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Onde foi parar o tempo que
ganhamos...
Havia mais terrenos
baldios. E menos canais de televisão.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro entregava em casa, em garrafas de vidro.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro entregava em casa, em garrafas de vidro.
Cozinhava-se com banha de porco. Toda dona-de-casa
tinha uma lata de banha debaixo da pia.
O barbeador era de metal, e a lâmina
era trocada de vez em quando. Mas só a
lâmina.
As casas tinham quintais.
Os quintais tinham
sempre uma laranjeira, ou uma pereira, ou um
pessegueiro.
Comíamos fruta no pé.
Minha vó tinha fogão à lenha.
Minha vó tinha fogão à lenha.
E compotas caseiras
abarrotando a despensa.
E chimia de abóbora,
e uvada, e pão de casa.
O café passava pelo coador de pano.
O café passava pelo coador de pano.
As ruas cheiravam a
café.
As lojas de discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco, toca-fita e rádio.
As lojas de discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco, toca-fita e rádio.
Os telefones tinham disco. Discava-se para alguém. Depois, punha-se o
aparelho no gancho.
Telefone tinha
gancho. E fio.
Se o seu filho
estivesse no quarto dele e você no seu escritório, você dava um berro
pra chamar o guri, em vez de mandar um e-mail ou um recado
pelo MSN.
Tudo era mais
demorado, mais difícil, mais trabalhoso.
Então, por que hoje
“engolimos” o almoço?
Então, por que estamos sempre atrasados?
Então, por que ninguém mais bota cadeiras na calçada?
Então, por que estamos sempre atrasados?
Então, por que ninguém mais bota cadeiras na calçada?
Alguém pode me
explicar onde foi parar o tempo que ganhamos?
Antigamente as pessoas tinham tempo. Hoje tem relógio.
E, por causa deste, perderam aquele."
clique abaixo para ver o texto completo:
Oscar Niemayer está lúcido aos 103 anos
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Postado por
Fabio Perin
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07:18
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Vejam a frase que ele postou:
|
“Projetar
Brasília para os políticos que vocês colocaram lá, foi como
criar um
lindo vaso de flores pra vocês usarem como pinico.
Hoje
eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada
em forma
de avião mas sim de camburão!”
(Oscar
Niemeyer)
|
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Opinião: Tudo se Repete!
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:30
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Opinião do autor (Mauricio Dias), Recebida por e-mail:
Sempre me pergunto.. Por que o estudo da história é tão difícil para alguns..Ela é tão repititiva...!!!!!!!!!! No Brasil ao menos a história política se repete com personagens diferentes... veja o por quê..
xxxxxxxxxxxxxx
Memória da imprensa golpista
Vale a pena pagar 37 reais por uma aula de história contada com mestria pelo jornalista Flávio Tavares, no recém-lançado:
1961 – O golpe derrotado (L&PM).
Tavares viveu aqueles momentos numa dupla função. Era o jornalista destacado para acompanhar os movimentos da resistência, organizado pelo governador Leonel Brizola no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS), em defesa da posse do vice-presidente Jango, mas, além da tarefa profissional, ele aderiu à vitoriosa Rede da Legalidade empunhando um revólver calibre 38. Como em Itararé, não houve disparos. Os militares, diante da corajosa reação civil, recuaram.
O ano de 1961 sucede a 1954 e antecede 1964. São datas que não formam apenas uma banal cronologia do tempo. Marcam etapas de crises políticas em páginas infelizes da República. Na ordem cronológica correta, compõem uma década iniciada com o suicídio de Getúlio Vargas (1954) e, após isso, com a renúncia de Jânio (1961), seguida pela derrubada de Jango (1964).
Um dos fios condutores desses três momentos é o posicionamento uniforme dos “barões da mídia”. Eles ficaram contra Vargas, contra a posse de Jango, sucessor legal de Jânio (que renunciou), e a favor do golpe de Estado.
Não se trata de mera coincidência. A imprensa retrata a poderosa reação conservadora e, nesses casos, reacionária e golpista como seria em etapas futuras. Também não se trata de acaso o fato de as vítimas, como nos exemplos de Getúlio Vargas e João Goulart, ou adversários como Leonel Brizola e Luiz Inácio Lula da Silva, integrarem, embora com variações, uma só linha política nos últimos 60 anos na história da República.
Lula sofreu essa mesma pressão. Sobreviveu com concessões políticas e apoio numa fenomenal popularidade vinda da tônica social do governo.
Getúlio foi o precursor desse caminho quando montou, nos anos 1930, as bases do moderno Estado brasileiro de um lado e, de outro, com as regras iniciais dos direitos do trabalho, já sob pressão do movimento operário. Posteriormente, no governo constitucional, nos anos 1950, fortaleceria o papel do Estado como indutor de crescimento.
Foi derrubado com apoio da imprensa. Desarmou o sucesso do golpe com o suicídio e, assim, favoreceu a vitória de JK. Juscelino navegou em águas procelosas. Cruzou a tormenta porque mudou o rumo e a velocidade do barco.
Em 1960, a imprensa embarcou na aventura de Jânio Quadros para assegurar a derrota do marechal Lott, apoiado pelas forças trabalhistas, que, de qualquer forma, impuseram a presença de Jango no poder como vice de Jânio. Assim permitia a legislação. Isso se repetiria no futuro, em 1989, quando apoiou Fernando Collor para derrotar Lula.
Em 1961, a reação daria o troco com a renúncia de Jânio Quadros. Apoiou a tentativa de golpe para conter a ascensão de Jango, como narra Flávio Tavares ao remontar, com gravidade e graça picaresca, as Luzes e Sombras do Movimento da Legalidade.
Tavares resgatou manchete de O Globo (de 1961) com uma ameaça retumbante: “Estamos na encruzilhada: democracia ou comunismo”.
Prova isso a tragédia subsequente de 21 anos de ditadura.
Maurício Dias, CartaCapital
Postado por O TERROR DO NORDESTE
Mídia Sem Limites
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:30
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Diante do poder alcançado pela mídia hegemônica e das ilusões ainda existentes sobre seu papel, revisitar as idéias de intelectuais marxistas sobre o tema é da maior importância e causam surpresa por sua enorme atualidade. Marx, Lênin e Gramsci, entre outros pensadores revolucionários, sempre destacaram o papel dos meios de comunicação. Exatamente por entenderem a importância da luta de idéias, do fator subjetivo na transformação da sociedade, fizeram questão de desmascarar o que chamavam, sem meias palavras, de “imprensa burguesa” e de realçar a necessidade da construção de veículos alternativos dos trabalhadores. Estes dois elementos, a denúncia do caráter de classe da imprensa capitalista e a defesa dos instrumentos próprios dos explorados, são as marcas principais destes intelectuais marxistas. Marx, Lênin e Gramsci dedicaram enorme energia ao trabalho jornalístico, escrevendo centenas de artigos e ajudando a construir vários jornais democráticos e proletários. Foram jornalistas de mão-cheia, produzindo textos que entraram para a história. Sempre estiveram sintonizados com o seu tempo, pulsando a evolução da luta de classes; nunca se descuidaram da forma, da linguagem, para melhor difundir os seus conteúdos revolucionários.
Hoje muitas notícias que nos chegam, independentemente de escritas, orais ou visuais não apresentam o fato ocorrido mas sim a modificação/alteração necessária para cumprir com um determinado objetivo: o POLÍTICO. Querem eleger seus candidatos para terem créditos e depois o perdão de suas dívidas. Hoje em dia a informação converteu-se num instrumento de poder e tenta atrair a opinião da sociedade, influenciando-a de uma forma voraz. É um elemento de manipulação e lucro através do qual se defendem diversas posturas e ideologias, um elemento que incide na nossa maneira de pensar, inconscientemente. Depois do poder executivo, legislativo e judicial, temos o quarto poder: o da informação (nas mãos de algumas famílias privilegiadas), que tem como finalidade informar assuntos que lhe interessem e como objetivo, levar essa "informação" à sociedade. Hoje em dia, todos os meios de comunicação têm demasiada influência na nossa maneira de pensar, atacam-nos, manipulam-nos, mentem, violam a intimidade, etc… tudo para obter um pouco de glória, porque afinal são o quarto poder. Os meios de comunicação, atualmente, fazem o que lhes dá na gana por dinheiro, não têm limites nem regras… apenas um montão de informação, crê-la ou não, é literalmente da nossa conta.
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Milagre em Porto Alegre
terça-feira, 12 de junho de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:20
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MILAGRE!!!
Corcel Amarelo cura mais um portador de necessidades especiais
que pede dinheiro em semaforos em Porto Alegre/RS.
Fonte: email recebido e site A Pomba
Viver ou Juntar dinheiro?
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:17
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Viver ou Juntar dinheiro?
Por Max Gehringer
Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
Max Gehringer
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"
Que tal um cafezinho?
emails recebidos e Uol mais
Doze Conselhos Para Ter Um Infarto Feliz
domingo, 3 de junho de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
16:25
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Texto recebido diversas vezes desde 2008 por email. Não consegui achar a fonte original (e agradeço se alguém souber e me passar). É atribuído a um Dr. Ernesto Artur, cardiologista, que não conheço nem de nome. O texto já foi re-re-republicado em múltiplos sites e blogs. Aí vai a transcrição:
DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!
Dr. Ernesto Artur - Cardiologista
Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.
1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes..
7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.
Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!
IMPORTANTE: OS ATAQUES DE CORAÇÃO
Uma nota importante sobre os ataques cardíacos..
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo. Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.
Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram... Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.
Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (192, 193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!
DIVULGUE, NÃO DÓI NADA!!!!!!!!
Fonte:
emails recebidos e Aqui e no Interne
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Piada do Dia: A Morte do Deputado.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
08:02
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Um deputado está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.
A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.
-Bem-vindo ao Paraíso! - diz São Pedro -Antes que você entre, há um probleminha.
Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.
-Não vejo problema, é só me deixar entrar, diz o antigo deputado.
-Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte:
Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.
-Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o deputado.
-Desculpe, mas temos as nossas regras.
Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe. Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social.
Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.
Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas.
Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.
Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.
Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele..
Agora é a vez de visitar o Paraíso.
Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.
- E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna.
Ele pensa um minuto e responde:
-Olha, eu nunca pensei .. O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.
Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.
Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos. O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do deputado.
- Não estou entendendo, - gagueja o deputado - Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!
O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:
- Ontem estávamos em campanha.
Agora, já conseguimos o seu voto...
Piada do Dia: Feminismo
terça-feira, 29 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:08
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DIVISÃO DE BENS ENTRE ADÃO E EVA...
Quando Deus criou Adão e Eva, disse aos dois:
- Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e...
Adão, ansioso , interrompeu, gritando:
- Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor. Sim, iria me facilitar vida substancialmente! Por favor! Por favor!
Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão, que ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden fazendo xixi em todas as árvores. Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincava de chafariz. Acendia uma fogueirinha e brincava de bombeiro...
Deus e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, até que Eva perguntou a Deus:
- E... Qual é o outro presente, Senhor?
Deus respondeu:
- Cérebro, Eva, o cérebro é seu.
O Estranho
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:37
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Achei interessante essa mensagem e a transcrevo aqui:
Crônica:
O ESTRANHO!!!
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares: Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas o estranho era nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
Seu nome?
Nós o chamamos Televisor...
Nota: Agora tem uma esposa que se chama Computador e um filho que se chama Celular!
Cuidado! Somos inundados diariamente com milhares de informações, que entram em nossas casas, por meio dos inúmeros canais de TV.
Muitas destas informações são importantes e úteis às nossas vidas, outras, porém, nada edificam e, portanto, merecem um cuidado maior dos telespectadores, especialmente os pais.
Por isso não admita a TV pelo menos nestes dois lugares:
Onde sua família faz as refeições.
E nos quartos.
Você já pensou como aquele "tubo" corrói a família? Assim você concluirá que vale a pena a restrição.
No inicio dos anos 80, um estudo de uma universidade revelou que um terço das crianças de quatro a cinco anos, nos USA, renunciariam ao relacionamento com seus pais em favor da TV.
Antigamente as famílias se reuniam na sala para conversar.
Hoje ai de quem falar quando o pai está assistindo o jornal ou perguntar alguma coisa, quando a mãe estiver assistindo a novela das oito.
A comunicação pára quando a TV está ligada. Enfim, quem pode competir com esse vasto cardápio de imagens e comerciais...
Levantamentos indicam que o norte-americano adulto vê televisão em média, a enormidade de 30 horas por semana. E os pré-escolares ficam diante da televisão em media 27 horas por semana.
Imagino o que se deve esperar de uma sociedade que se orgulha de ter mais lares com televisão (98%) do que banheiros internos (97%).
Pense nisso! Agora a escolha é sua...
Fonte:
http://www.abtd.com.br - Data da Publicação: 08/09/2009 Por PROF MENEGATTI
Opinião:
Cuidado Com A Televisão..
Cuidado! Somos inundados diariamente com milhares de informações, que entram em nossas casas, por meio dos inúmeros canais de TV.
Muitas destas informações são importantes e úteis às nossas vidas, outras, porém, nada edificam e, portanto, merecem um cuidado maior dos telespectadores, especialmente os pais.
Por isso não admita a TV pelo menos nestes dois lugares:
Onde sua família faz as refeições.
E nos quartos.
Você já pensou como aquele "tubo" corrói a família? Assim você concluirá que vale a pena a restrição.
No inicio dos anos 80, um estudo de uma universidade revelou que um terço das crianças de quatro a cinco anos, nos USA, renunciariam ao relacionamento com seus pais em favor da TV.
Antigamente as famílias se reuniam na sala para conversar.
Hoje ai de quem falar quando o pai está assistindo o jornal ou perguntar alguma coisa, quando a mãe estiver assistindo a novela das oito.
A comunicação pára quando a TV está ligada. Enfim, quem pode competir com esse vasto cardápio de imagens e comerciais...
Levantamentos indicam que o norte-americano adulto vê televisão em média, a enormidade de 30 horas por semana. E os pré-escolares ficam diante da televisão em media 27 horas por semana.
Imagino o que se deve esperar de uma sociedade que se orgulha de ter mais lares com televisão (98%) do que banheiros internos (97%).
Pense nisso! Agora a escolha é sua...
Fonte:
http://www.abtd.com.br - Data da Publicação: 08/09/2009 Por PROF MENEGATTI
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Vinhos Nacionais (2) Artesanal !!
domingo, 27 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
14:30
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Setor vitivinícola busca legalizar vinho artesanal e colonial
Modelo para regularização dos produtores de vinho que hoje estão na
informalidade pode ser o da agricultura familiar
Por Orestes de Andrade Jr.
A elaboração de vinho colonial muito presente na cultura gaúcha, influenciada
por imigrantes alemães e sobretudo italianos desde o século 19, poderá ser
regularizada. É isso que o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) está
empenhado em conquistar na prática, a partir da realização do seminário sobre o
vinho artesanal, nesta sexta-feira (18), em Bento Gonçalves (RS), em parceria
com a Embrapa Uva e Vinho, Emater-RS, Superintendência Federal do Ministério da
Agricultura no RS, IFRS (Instituto Federal do Rio Grande do Sul), UFRGS
(Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e Secretaria de Agricultura do
Estado. Cento e cinquenta (150) produtores e líderes de entidades
representativas do setor lotaram o auditório da Embrapa Uva e Vinho. “Depois de
muito debate e troca de ideias, chegamos a um caminho para formalizar os
pequenos produtores artesanais de vinhos, que hoje estão, em sua maioria, na
informalidade”, explicou o diretor-executivo do Ibravin, Calos Raimundo Paviani,
acrescentando que o seminário foi só o último ato de uma série de discussões
sobre o assunto promovidas pelo setor vitivinícola nos últimos anos.
Hoje, o vinho colonial é comercializado de modo irregular, sem garantia de procedência (registro de produto e produtor). “Estamos em vias de criar a categoria de ‘elaboradores de vinho artesanal’, que deverão seguir as regras ambientais e sanitárias, mas que serão tratados de forma diferenciada como agricultores familiares”, explicou Paviani. Além de tirar os produtores da informalidade, a intenção do setor vitivinícola é dar segurança ao consumidor que adquirir os vinhos artesanais ou coloniais, por meio da garantia de cumprimento das exigências sanitárias e ambientais. “O modelo de agricultura familiar é menos burocrático. Outra alternativa aos produtores é a organização de forma associada em cooperativas”, destacou Paviani.
O modelo a ser seguido, portanto, é enquadrar os pequenos produtores de uva nas regras da agricultura familiar. Assim, estariam isentos de impostos, como o ICMS, os produtores de uva, vinho e derivados, com produção limitada (a quantidade ainda não está definida), uso de 100% de matéria-prima própria, área de até quatro módulos rurais (no Rio Grande do Sul, um modelo rural equivale a 15 hectares) e faturamento bruto anual de 15 mil UPFs (cerca de R$ 196 mil, pelo UPF-RS) com toda a atividade produtiva rural. “Estas são as regras que regem os agricultores familiares de todos os setores agropecuários”, disse o engenheiro agrônomo Renato Cougo dos Santos, da Emater-RS. “Os limites compreendem toda a atividade econômica dos produtores, não apenas a produção de uva, vinho e derivados, que deverão estar inseridos no contexto geral das propriedades rurais”, alertou José Fernando Werlang, fiscal federal agropecuário do Serviço de Inspeção de Produtos Agropecuários (Sipag/SAF-RS) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no RS. “Com a legalização, o produtor terá mais uma alternativa de renda na propriedade rural”, afirmou.
Limites
No seminário ficou confirmada a existência de legislação que permite ao produtor rural vender seus vinhos e derivados, isento de ICMS (no RS) desde que esteja formalizado. “Os produtores, em geral, não sabem disso ou tem receio de se formalizar temendo uma fiscalização sanitária e ambiental rigorosa”, observou Renato Santos. “Mas há formas simplificadas de obtenção de licenças ambientais para pequenas propriedades rurais”, acrescentou. Os produtores se manifestaram no sentido de tornar esta produção artesanal de vinho diferenciada, ligada ao enoturismo. Na Europa, há mais de 5 mil Indicações Geográficas, sendo a metade de bebidas. “No Rio Grande do Sul já existem identificações que qualificam os produtores oriundos da agricultura familiar, como a marca Sabor Gaúcho, que pode ser usada também pelos produtores de vinhos”, disse Santos.
Quem estiver enquadrado nestas regras poderá comercializar o vinho artesanal ou colonial (o nome ainda está em discussão) exclusivamente na sua propriedade ou então em feiras de agricultores familiares realizadas dentro do seu Estado. “O que queremos é regulamentar uma questão que já existe hoje, a produção de vinho artesanal e colonial, feita por produtores que atualmente estão na informalidade”, alertou o fiscal. As limitações a este produtor, que não precisa registrar empresa para não perder a condição de segurado especial do INSS, será não vender seus produtos a estabelecimentos comercias como armazéns e restaurantes. Sua venda deverá ser exclusivamente ao consumidor final.
Próximos passos
A proposta do setor será levada para o debate em audiência publica que será realizada em junho pela Câmara dos Deputados, em virtude de dois projetos de lei relacionados ao tema que estão em tramitação atualmente (o PL 3183/2012, do deputado federal Onyx Lorenzoni – DEM/RS; e o PL 2693/2011, do deputado federal Pepe Vargas – PT/RS, hoje ministro do Desenvolvimento Agrário). “Os produtores gaúchos, por tradição e cultura, produzem vinhos para consumo próprio e eventualmente para comercialização entre amigos e conhecidos. A intenção é trazer todos para a formalidade, conhecer os números desta produção através do cadastro e fomentar a geração de renda para essas famílias”, disse Paviani.
Além do enquadramento legal dos produtores de vinhos artesanais, ficou evidente a necessidade de estabelecer um padrão mínimo de qualidade. Werlang ressaltou que, para o Ministério da Agricultura, “vinho é vinho”. Se ele é artesanal, colonial ou orgânico, por exemplo, são qualificações que podem ser usadas comercialmente. “As regras mínimas para os produtos de origem agropecuária são as mesmas e devem ser seguidas por todos”, apontou. Werlang salientou que qualquer produtor precisa ter um registro formal (CNPJ ou bloco de produtor rural), ter um técnico responsável e seguir as Boas Práticas de Fabricação em suas instalações e no uso de equipamentos.
Informalidade
Segundo o Censo Agropecuário do IBGE de 2006, último ano disponível, o número de informantes que declararam produzir vinho é 8.383 no Brasil. Destes, 6.452 disseram que é para consumo próprio. “Este é o tamanho da informalidade no setor vitivinícola brasileiro”, apontou. No RS, principal estado produtor de uvas e derivados, são 7.096 produtores de vinhos declarados – 79% deles dizem que é para consumo próprio.
Alexandre Hoffmann, pesquisador e Supervisor da Área de Comunicação e Negócios da Embrapa Uva e Vinho, lembrou que, hoje em dia, não se admite mais a produção de qualquer alimento sem os cuidados mínimos com segurança e qualidade. “Todos têm de seguir regras mínimas para a elaboração de vinhos e derivados, inclusive o produtor artesanal”, atestou. “As regras da agricultura familiar são o caminho para a regularização do vinho artesanal e colonial no Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, onde esta atividade é histórica entre os produtores”, concluiu Paviani.
Fontes:
IBRAVIN - Instituto Brasileiro do Vinho Emater-RS Jornal Sul21 On Line
Jornal doTurismo
Por Orestes de Andrade Jr.
Hoje, o vinho colonial é comercializado de modo irregular, sem garantia de procedência (registro de produto e produtor). “Estamos em vias de criar a categoria de ‘elaboradores de vinho artesanal’, que deverão seguir as regras ambientais e sanitárias, mas que serão tratados de forma diferenciada como agricultores familiares”, explicou Paviani. Além de tirar os produtores da informalidade, a intenção do setor vitivinícola é dar segurança ao consumidor que adquirir os vinhos artesanais ou coloniais, por meio da garantia de cumprimento das exigências sanitárias e ambientais. “O modelo de agricultura familiar é menos burocrático. Outra alternativa aos produtores é a organização de forma associada em cooperativas”, destacou Paviani.
O modelo a ser seguido, portanto, é enquadrar os pequenos produtores de uva nas regras da agricultura familiar. Assim, estariam isentos de impostos, como o ICMS, os produtores de uva, vinho e derivados, com produção limitada (a quantidade ainda não está definida), uso de 100% de matéria-prima própria, área de até quatro módulos rurais (no Rio Grande do Sul, um modelo rural equivale a 15 hectares) e faturamento bruto anual de 15 mil UPFs (cerca de R$ 196 mil, pelo UPF-RS) com toda a atividade produtiva rural. “Estas são as regras que regem os agricultores familiares de todos os setores agropecuários”, disse o engenheiro agrônomo Renato Cougo dos Santos, da Emater-RS. “Os limites compreendem toda a atividade econômica dos produtores, não apenas a produção de uva, vinho e derivados, que deverão estar inseridos no contexto geral das propriedades rurais”, alertou José Fernando Werlang, fiscal federal agropecuário do Serviço de Inspeção de Produtos Agropecuários (Sipag/SAF-RS) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no RS. “Com a legalização, o produtor terá mais uma alternativa de renda na propriedade rural”, afirmou.
Limites
No seminário ficou confirmada a existência de legislação que permite ao produtor rural vender seus vinhos e derivados, isento de ICMS (no RS) desde que esteja formalizado. “Os produtores, em geral, não sabem disso ou tem receio de se formalizar temendo uma fiscalização sanitária e ambiental rigorosa”, observou Renato Santos. “Mas há formas simplificadas de obtenção de licenças ambientais para pequenas propriedades rurais”, acrescentou. Os produtores se manifestaram no sentido de tornar esta produção artesanal de vinho diferenciada, ligada ao enoturismo. Na Europa, há mais de 5 mil Indicações Geográficas, sendo a metade de bebidas. “No Rio Grande do Sul já existem identificações que qualificam os produtores oriundos da agricultura familiar, como a marca Sabor Gaúcho, que pode ser usada também pelos produtores de vinhos”, disse Santos.
Quem estiver enquadrado nestas regras poderá comercializar o vinho artesanal ou colonial (o nome ainda está em discussão) exclusivamente na sua propriedade ou então em feiras de agricultores familiares realizadas dentro do seu Estado. “O que queremos é regulamentar uma questão que já existe hoje, a produção de vinho artesanal e colonial, feita por produtores que atualmente estão na informalidade”, alertou o fiscal. As limitações a este produtor, que não precisa registrar empresa para não perder a condição de segurado especial do INSS, será não vender seus produtos a estabelecimentos comercias como armazéns e restaurantes. Sua venda deverá ser exclusivamente ao consumidor final.
Próximos passos
A proposta do setor será levada para o debate em audiência publica que será realizada em junho pela Câmara dos Deputados, em virtude de dois projetos de lei relacionados ao tema que estão em tramitação atualmente (o PL 3183/2012, do deputado federal Onyx Lorenzoni – DEM/RS; e o PL 2693/2011, do deputado federal Pepe Vargas – PT/RS, hoje ministro do Desenvolvimento Agrário). “Os produtores gaúchos, por tradição e cultura, produzem vinhos para consumo próprio e eventualmente para comercialização entre amigos e conhecidos. A intenção é trazer todos para a formalidade, conhecer os números desta produção através do cadastro e fomentar a geração de renda para essas famílias”, disse Paviani.
Além do enquadramento legal dos produtores de vinhos artesanais, ficou evidente a necessidade de estabelecer um padrão mínimo de qualidade. Werlang ressaltou que, para o Ministério da Agricultura, “vinho é vinho”. Se ele é artesanal, colonial ou orgânico, por exemplo, são qualificações que podem ser usadas comercialmente. “As regras mínimas para os produtos de origem agropecuária são as mesmas e devem ser seguidas por todos”, apontou. Werlang salientou que qualquer produtor precisa ter um registro formal (CNPJ ou bloco de produtor rural), ter um técnico responsável e seguir as Boas Práticas de Fabricação em suas instalações e no uso de equipamentos.
Informalidade
Segundo o Censo Agropecuário do IBGE de 2006, último ano disponível, o número de informantes que declararam produzir vinho é 8.383 no Brasil. Destes, 6.452 disseram que é para consumo próprio. “Este é o tamanho da informalidade no setor vitivinícola brasileiro”, apontou. No RS, principal estado produtor de uvas e derivados, são 7.096 produtores de vinhos declarados – 79% deles dizem que é para consumo próprio.
Alexandre Hoffmann, pesquisador e Supervisor da Área de Comunicação e Negócios da Embrapa Uva e Vinho, lembrou que, hoje em dia, não se admite mais a produção de qualquer alimento sem os cuidados mínimos com segurança e qualidade. “Todos têm de seguir regras mínimas para a elaboração de vinhos e derivados, inclusive o produtor artesanal”, atestou. “As regras da agricultura familiar são o caminho para a regularização do vinho artesanal e colonial no Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, onde esta atividade é histórica entre os produtores”, concluiu Paviani.
| Paviani |
Fontes:
IBRAVIN - Instituto Brasileiro do Vinho Emater-RS Jornal Sul21 On Line
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Pegada ecológica do planeta tornou-se insustentável, alerta estudo
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
07:30
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Pegada ecológica do planeta tornou-se insustentável, alerta estudo
por Redação do EcoD
A pesquisa rastreou nove
mil populações de mais de 2.600 espécies/Foto: Agência de Notícias do Acre
Os atuais níveis de consumo e emissão de carbono, que se reflete na
biodiversidade do plantes, ameaça a segurança, a saúde e o bem-estar futuros. A
afirmação é do Relatório Planeta Vivo 2012, lançado nesta terça-feira, 15 de
maio, pela organização WWF. O documento, que foi produzido com a colaboração da
Sociedade Zoológica de Londres e
a Global Footprint Network (Rede da Pegada Mundial), foi apresentado na Estação
Espacial Internacional pelo astronauta holandês André Kuipers.
“Temos apenas um planeta. Daqui de cima, posso ver a pegada da humanidade, inclusive os incêndios florestais, a poluição do ar e a erosão – são desafios que se refletem nesta edição do Relatório do Planeta Vivo”, afirmou Kuipers, ao apresentar o relatório durante sua segunda missão espacial. “Embora o planeta sofra pressões insustentáveis, nós temos a capacidade de salvar o nosso lar, não apenas em nosso próprio benefício mas, sobretudo, para as próximas gerações”, explicou Kuipers.
Segundo a WWF, caso o mundo não resolva o problema até 2030 seriam necessários dois planetas Terra para sustentar a atividade humana. Porém, os governos mundiais não estão no caminho para definirem um acordo para a preservação dos recursos naturais durante a Rio+20. "Não acho que alguém conteste que não estamos nem perto de onde deveríamos a um mês da Rio+20 em termos do progresso das negociações e de outros preparativos", afirmou o diretor-geral da WWF Internacional, Jim Leape, publicou a Reuters Brasil.
"Acho que todos nós estamos preocupados de que os países negociando no sistema da ONU um resultado para o Rio ainda não demonstraram disposição de realmente intervir para enfrentar esses desafios. Essas negociações ainda estão claramente emaranhadas. Vivemos como se tivéssemos um planeta extra à nossa disposição. Utilizamos 50% mais recursos do que o planeta Terra pode produzir de forma sustentável", acrescentou Leape.
Estudo
O relatório utilizou o Índice Planeta Vivo para medir as mudanças na saúde dos ecossistemas do planeta. A pesquisa rastreou nove mil populações de mais de 2.600 espécies e concluiu que houve uma diminuição de 28%, desde 1970. A modificação é mais acentuada nos trópicos, onde foi constatado um declínio de 60% em menos de 40 anos. A biodiversidade também se encontra em uma tendência descendente, a Pegada Ecológica do Planeta Terra, que ilustra como a nossa demanda por recursos naturais se tornou insustentável.
O diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres, Jonathan Baillie, destacou o impacto do crescimento da população humana e o consumo excessivo como sendo os principais responsáveis da pressão sobe o meio ambiente. “Esse relatório é como um check-up do planeta e os resultados indicam que ele está muito doente. Se ignorarmos este diagnóstico, isso terá implicações importantes para a humanidade. Nós podemos restaurar a saúde do planeta, mas somente iremos conseguir isso se abordarmos as raízes das causas, que são o crescimento populacional e o consumo excessivo”, destacou.
O relatório também relatou o impacto da urbanização como uma dinâmica crescente. Até 2050, duas em cada três pessoas viverão em uma cidade, e a humanidade precisará desenvolver formas novas e aperfeiçoadas de gestão e manejo dos recursos naturais.
Os dez países com a maior Pegada Ecológica por pessoa são: Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Dinamarca, Estados Unidos da América, Bélgica, Austrália, Canadá, Holanda e Irlanda. Foi detectado que, os países com renda elevada é, em média, cinco vezes mais ecológico que os de baixa renda.
Porém, de acordo com a pesquisa, o declínio da biodiversidade desde 1970 tem sido mais veloz nos países de baixa renda. A situação demonstra que as nações mais pobres e mais vulneráveis subsidiam o estilo de vida dos países mais ricos.
Para reverter o declínio apresentado pelo Índice Planeta Vivo e diminuir a Pegada Ecológica, o relatório apresentou soluções listadas como 16 ações prioritárias, que inclui melhoria nos nos padrões de consumo, com a atribuição de valor econômico ao capital natural, e a criação de marcos legais e políticos para uma gestão equitativa de alimentos, água e energia.
Lançamento
A versão completa do relatório está disponível apenas em inglês, mas o WWF-Brasil lançou também 15 de maio, em Brasília, a versão reduzida do estudo, o Sumário Relatório Planeta Vivo, a Caminho da Rio+20. A publicação traz os principais resultados do relatório e uma análise da situação ambiental do planeta nestes últimos 20 anos, desde a Rio 92 até a Rio+20.
O evento contou com presença de Marcos Pontes, primeiro astronauta brasileiro a ver o planeta do espaço. Ele falou sobre a experiência de ver a terra de longe. "Eu gostaria que todas as pessoas tivessem a oportunidade de ver o planeta do alto. A essa distância, é possível ver o quanto ele está sendo degradado", contou ao WWF Brasil. De acordo com Pontes, é muito bom ter o conforto que a cidade oferece mas isso não pode ser feito a custa de destruir nossos recursos naturais, o que vem acontecendo em um ritmo acelerado. "As cidades, vistas do espaço, são como cicatrizes no planeta. O ideal é que elas fossem tatuagens e não cicatrizes", comparou.
“Temos apenas um planeta. Daqui de cima, posso ver a pegada da humanidade, inclusive os incêndios florestais, a poluição do ar e a erosão – são desafios que se refletem nesta edição do Relatório do Planeta Vivo”, afirmou Kuipers, ao apresentar o relatório durante sua segunda missão espacial. “Embora o planeta sofra pressões insustentáveis, nós temos a capacidade de salvar o nosso lar, não apenas em nosso próprio benefício mas, sobretudo, para as próximas gerações”, explicou Kuipers.
Segundo a WWF, caso o mundo não resolva o problema até 2030 seriam necessários dois planetas Terra para sustentar a atividade humana. Porém, os governos mundiais não estão no caminho para definirem um acordo para a preservação dos recursos naturais durante a Rio+20. "Não acho que alguém conteste que não estamos nem perto de onde deveríamos a um mês da Rio+20 em termos do progresso das negociações e de outros preparativos", afirmou o diretor-geral da WWF Internacional, Jim Leape, publicou a Reuters Brasil.
"Acho que todos nós estamos preocupados de que os países negociando no sistema da ONU um resultado para o Rio ainda não demonstraram disposição de realmente intervir para enfrentar esses desafios. Essas negociações ainda estão claramente emaranhadas. Vivemos como se tivéssemos um planeta extra à nossa disposição. Utilizamos 50% mais recursos do que o planeta Terra pode produzir de forma sustentável", acrescentou Leape.
Estudo
O relatório utilizou o Índice Planeta Vivo para medir as mudanças na saúde dos ecossistemas do planeta. A pesquisa rastreou nove mil populações de mais de 2.600 espécies e concluiu que houve uma diminuição de 28%, desde 1970. A modificação é mais acentuada nos trópicos, onde foi constatado um declínio de 60% em menos de 40 anos. A biodiversidade também se encontra em uma tendência descendente, a Pegada Ecológica do Planeta Terra, que ilustra como a nossa demanda por recursos naturais se tornou insustentável.
O diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres, Jonathan Baillie, destacou o impacto do crescimento da população humana e o consumo excessivo como sendo os principais responsáveis da pressão sobe o meio ambiente. “Esse relatório é como um check-up do planeta e os resultados indicam que ele está muito doente. Se ignorarmos este diagnóstico, isso terá implicações importantes para a humanidade. Nós podemos restaurar a saúde do planeta, mas somente iremos conseguir isso se abordarmos as raízes das causas, que são o crescimento populacional e o consumo excessivo”, destacou.
O relatório também relatou o impacto da urbanização como uma dinâmica crescente. Até 2050, duas em cada três pessoas viverão em uma cidade, e a humanidade precisará desenvolver formas novas e aperfeiçoadas de gestão e manejo dos recursos naturais.
Os dez países com a maior Pegada Ecológica por pessoa são: Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Dinamarca, Estados Unidos da América, Bélgica, Austrália, Canadá, Holanda e Irlanda. Foi detectado que, os países com renda elevada é, em média, cinco vezes mais ecológico que os de baixa renda.
Porém, de acordo com a pesquisa, o declínio da biodiversidade desde 1970 tem sido mais veloz nos países de baixa renda. A situação demonstra que as nações mais pobres e mais vulneráveis subsidiam o estilo de vida dos países mais ricos.
Para reverter o declínio apresentado pelo Índice Planeta Vivo e diminuir a Pegada Ecológica, o relatório apresentou soluções listadas como 16 ações prioritárias, que inclui melhoria nos nos padrões de consumo, com a atribuição de valor econômico ao capital natural, e a criação de marcos legais e políticos para uma gestão equitativa de alimentos, água e energia.
Lançamento
A versão completa do relatório está disponível apenas em inglês, mas o WWF-Brasil lançou também 15 de maio, em Brasília, a versão reduzida do estudo, o Sumário Relatório Planeta Vivo, a Caminho da Rio+20. A publicação traz os principais resultados do relatório e uma análise da situação ambiental do planeta nestes últimos 20 anos, desde a Rio 92 até a Rio+20.
O evento contou com presença de Marcos Pontes, primeiro astronauta brasileiro a ver o planeta do espaço. Ele falou sobre a experiência de ver a terra de longe. "Eu gostaria que todas as pessoas tivessem a oportunidade de ver o planeta do alto. A essa distância, é possível ver o quanto ele está sendo degradado", contou ao WWF Brasil. De acordo com Pontes, é muito bom ter o conforto que a cidade oferece mas isso não pode ser feito a custa de destruir nossos recursos naturais, o que vem acontecendo em um ritmo acelerado. "As cidades, vistas do espaço, são como cicatrizes no planeta. O ideal é que elas fossem tatuagens e não cicatrizes", comparou.
Fontes:
* Publicado originalmente no site EcoD. (EcoD) 16/5/2012 - 11h11
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Biodiversidade,
Ecologia,
Opinião,
Responsabilidade Social,
Sustentabilidade
Tirou Zero Sem Errar Nada
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
08:30
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Telegrama de Divórcio
terça-feira, 22 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
08:12
0
comentários
|
Melhor Pensar Assim !
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Postado por
Fabio Perin
às
18:41
0
comentários
Hoje eu
acordei,
levantei os braços,
mexi o joelho,
virei o pescoço....
e tudo fez
“crec”....
Então, cheguei numa
conclusão:
"Não estou
velho,
estou cada vez mais crocante !!!
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